Fala pessoal, tudo certo? Eu sou o Renato Faleiro e hoje falaremos um pouquinho sobre o violão Takamine GD 11, que é um dos modelo de entrada da marca, ou seja, um dos instrumentos mais simples e baratos que a Takamine traz pro Brasil atualmente. Vamos conferir?
O GD 11 é um modelo Folk, de 21 casas, marcadas com bolinhas no estilo madre pérola, bem sutis, que ajudam na localização sem atrapalhar o design do instrumento. Construído em Mahogany laminado, que também é conhecido como mogno, tem escala em rosewood, protetor para palhetas no tampo, tarrachas cromadas e headstock que segue a mesma linha de outros modelos da marca, como o Santa Fé TSF40C, por exemplo.
Com acabamento muito bem feito em verniz fosco e filetes pretos com detalhes em branco em toda a extensão do corpo, esta versão vem com cutway e é equipada com o ótimo pré da própria Takamine, o TP-4T, com controles de grave, médio e agudo, além dos controles de volume e um botão de liga e desliga do afinador, que, inclusive, merece um destaque, pois é bastante preciso e fácil de usar. Os controles também são bem precisos, sem folgas e respondem bem aos menores ajustes.
A luz indicadora do afinador também serve pra acusar quando a bateria de 9V que alimenta o pré, está com a carga baixa.
Esta bateria, inclusive, já veio no violão e o acesso ao compartimento onde ela fica é muito fácil: apertando dos dois lados, a tampinha do compartimento sai facilmente… mas, mesmo assim, é firme e não apresentou folgas ou vibrações indesejadas. Pelo menos não agora que o violão é novo. Mas o sistema parece ser bem confiável e resistente.
Algo que me impressionou bastante foi o acabamento dos filetes ao longo da escala e também em toda extensão do corpo. Muito bem acabado e sem nenhuma rebarba ou sinal, mesmo na finalização dos encaixes. Ponto pra Takamine.
Os trastes originais são bem baixos. O violão já veio numa regulagem confortável de fábrica, mas eu ainda abaixaria um pouquinho mais as cordas para ficar da maneira que eu gosto de tocar.
Como os trastes são baixos, é bem provável que, com o desgaste normal do uso, ele não dê tantas regulagens com o tempo e vai ser necessário trocar, o que é totalmente normal. Eu, particularmente, troco quase sempre os trastes dos meus instrumentos para trastes de inox, que, apesar do preço ser mais alto, têm uma durabilidade, praticamente, para a vida toda.
Quero que você ouça o som desse cara, então dê play no vídeo ali em cima. Gravei o som dele com um Neumann KM 184, que é um microfone bem neutro. E também usei em linha, plugado direto na placa de áudio, com todos os controles em flat, ou seja, no meio, sem alterar nada. Dá o play aí:
Clique aqui para ouvir o som do Takamine GD11
É isso ai, galera! Esse foi o Takamine GD11. Um violão bastante honesto, com ótimo custo benefício, que pode ser encontrado facilmente no Brasil e que, hoje (em 2019), custa em torno de 1500 a 2000 reais, dependendo da região onde você vai comprar e, claro, da loja. Vale à pena? Sim! É um instrumento com bom acabamento, sonoridade equilibrada e que vai ser uma boa opção para esta faixa de preço. Lembrando que a escolha de um instrumento é muito pessoal e você deve sempre testar o que está dentro da sua faixa de investimento, tocar, olhar de perto, comparar com outros modelos e, por fim, escolher aquele que mais te agrada de acordo com as suas necessidades.
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Obrigado por ter assistido e até a próxima!






